Usabilidade

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Oiê pessoal!

Esses dias na lista de AI aconteceu uma discussão legal sobre o desenvolvimento de aplicações com foco infantil. Celulares, websites, etc. No final do ano passado eu tive a oportunidade de participar de um projeto muito legal de pesquisa e benchmarking das melhores práticas neste tema. Infelizmente, eu não posso divulgar ainda o resultado final da pesquisa, bem como alguns dos materiais utilizados… mas selecionei alguns arquivos que podem ajudar quem está interessado neste tema.

Os arquivos estão reunidos em um zip (+/- 21M) e vocês podem baixar no YouSendIt ou 4shared. Se eu não me engano, no YouSendIt estará disponível por aproximadamente uma semana… no 4shared fica mais tempo. Qualquer problema, me avisem!

Arrivederci!
:)

Oies!

Voltei das minhas micro férias, descansada psicologicamente, cansada e feliz fisicamente… e pronta para mais projetos! hehehehe…

Eu sempre ouvi falar, li, discuti e defendi aos quatro cantos que conhecer o usuário é mais do que fundamental para o nosso trabalho. E continuo pensando e defendendo este lema mais do que nunca!

Uma das coisas mais gostosas da pesquisa etnográfica (que comecei a falar um pouquinho no post anterior) é que “conhecer o usuário” é mais do que o começo do trabalho… é o trabalho em si! E eu fico muito feliz ver que existem empresas muito grandes no mundo preocupadas em conhecer bem o seu cliente antes de qualquer outro processo de trabalho/pesquisa/desenvolvimento.

Mas como nem todo o jardim é feito de flores, infelizmente esse “interesse” tem o objetivo final de saber como ganhar o cliente, como lucrar. Gostaria muito de ver esse tipo de envolvimento e de investimento de tempo/dinheiro com objetivos puros de conhecer o ser humano (e aqueles com mais dificuldades) para entender como ajudar, como melhorar a vida dessas pessoas.

Como sonhar não custa nada, eu vou ficar sonhando com a oportunidade de trabalhar em um projeto tão importante e grandioso como o que eu trabalhei, mas com fins menos comerciais…!

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Aproveito pra colar aqui o textinho de divulgação do Ebai 2009, enviado pelo Guilhermo:

Começamos a preparar a 3º edição do EBAI e já está aberta a Chamada de Trabalhos

O EBAI esse ano será novamente em São Paulo, possivelmente nos dias 02 e 03 de outubro. Ainda não temos a data definida porque estamos aguardando a definição do local do evento.

Teremos novamente a Jump Education na realização do EBAI e o apoio científico do CEDUS - Centro de Estudos em Design de Sistemas Virtuais Centrados no Usuário da ECA/USP. E como novidade esse ano temos também o apoio científico do capítulo de São Paulo do IxDA - Interaction Design Association.

A Chamada de Trabalhos (Call for Papers) já está aberta. Você pode enviar seu trabalho até 12/07. Veja nas regras no site do congresso ( http://www.congressoebai.org/index.php/EBAI/2009/schedConf/cfp ). Participe!

Você também pode participar como revisor voluntário e ajudar a avaliar os trabalhos recebidos. Basta escolher a opção “Cadastrar como Revisor” ao se cadastrar no site do EBAI (www.congressoebai.org).

:-)

No ano passado eu participei como revisora, foi muito legal e uma maneira de participar mesmo de longe!

Ah, a Carol Leslie também mandou há algum tempo (eu acabei esquecendo de divulgar antes) o link de uma pesquisa sobre o Ebai, participe! Perguntinhas para o próximo Ebai: https://tryconsultoriaepesquisas.wufoo.com/forms/perguntinhas-para-o-praximo-ebai/

***

Arrivederci!
:)

Oi, pessoal!

Desculpem o sumiço! E nem foi por causa de Carnaval, que infelizmente aqui em Turim praticamente não existe e na Itália a gente trabalha todos os dias, sem nenhuma folguinha… ai que saudade do Rio de Janeiro! hehehehe
:)

Estive nesses últimos dois meses envolvida em um projeto muito interessante, mas que tomou todas as minhas forças e atenções (não é a toa que vou “comemorar” o encerramento dele tirando 2 diaszinhos de férias pra viajar!). Outro “efeito colateral” deste projeto foi que infelizmente não consegui ir ao SUMMIT Italiano… foi uma pena mesmo, mas já estou em contato com o pessoal que foi e assim que tiver algum material disponível eu coloco aqui também!

Aí…
Gostaria de compartilhar com vocês nos meus próximos posts um pouco do que eu vivi nesses dois meses de trabalho. Como eu falei, foi um projeto MUITO interessante por vários motivos: primeiro porque foi na área da pesquisa etnográfica, algo que eu sempre li, mas nunca tinha tido a oportunidade de participar de um projeto. E digo pra vocês: “UAU!”. Foi algo mágico, sem limites de aprendizado profissional e também pessoal.

Uma coisa é fazer os testes de usabilidade com o usuário dentro de um laboratório, outra completamente diferente é ir até ele, observá-lo, construir uma “relação” de confiança a ponto dele não se importar de contar aspectos muito particulares da sua vida. Ok, ok, ok… sei que o objetivo do teste de usabilidade é um e da pesquisa etnográfica é outro. Mas eu acredito que ter experiência nas duas técnicas nos permite aperfeiçoá-las em suas individualidades.

Devagar eu vou contando um pouco mais, espero que vocês gostem!
:)

Hoje eu pensei em comentar um pouco sobre aquele papelzinho que os usuários assinam antes de um teste de usabilidade ou de alguns dos momentos/técnicas da pesquisa etnográfica. Ele tem vários nomes: consent form (em inglês), liberatória, termo de consentimento, consenso informativo, etc.

Digamos que é a parte “burocrática”, pois legalmente é preciso haver o “OK” do participante. Eu indico fortemente que este termo seja sempre redigido/editado para cada tipo de teste. Ainda que a estrutura não mude muito, é sempre melhor deixá-lo o mais personalizado possível.

A estrutura:

- Recomendo que seja redigido no papel timbrado da empresa que está realizando o teste (ou um documento word com a logomarca da empresa). Isso é importante para fortalecer a credibilidade para o participante, que confirma quem está conduzindo este estudo e demonstra profissionalismo;

- Título visível e de fácil entendimento: aqui vocês podem escolher entre um dos que eu citei acima ou utilizar algum outro. Dentro de uma empresa, entretanto, é aconselhável utilizar sempre o mesmo nome, por uma questão de padrão.

- Uma frase de abertura agradecendo ao participante por ter aceito o convite de participar do estudo em questão.

- Um parágrafo “explicativo”: com os dados da lei que estipula a necessidade deste termo de consentimento e explicando quais serão os usos dos dados recolhidos durante o teste, enfatizando que todos os direitos de privacidade serão respeitados. Esta é a parte mais personalizável, onde você deve citar o uso de gravadores, máquina fotográfica ou filmadora, etc.

- Um parágrafo escrito em 1a. pessoa (como se fosse o participante falando) declarando que ter sido informado sobre os objetivos daquela pesquisa, do seu direito de anonimato e dando o seu consenso para “colheita” dos dados.

- Espaço para o participante escrever seu nome em caixa alta, uma rubrica e a data.

:)

Esse documento é bem simples e deve ser muito fácil de entender e, a não ser em casos muito especiais de pesquisas muito específicas, eu diria que não deve nunca passar de uma página.

Importante: mesmo o texto sendo muito simples e de fácil entendimento é essencial que o pesquisador que está conduzindo o teste explique tudo verbalmente, até mesmo para que seja uma coisa mais leve e com espaço para o participante tirar eventuais dúvidas. Depois de explicar, o pesquisador solicita ao participante que leia o termo/assine.

E vocês? Como funciona isso no dia-a-dia? Se quiserem trocar ideias (ou as antigas idéias hehehe), vou adorar!

Arrivederci
;)

Oie pessoal!
Feliz ano novo atrasado!
:)

Um artigo muito legal da Whitney Hess sobre o que é e o que não é a User Experience… vou deixar o link aqui, mas pra quem estiver correndo, segue um mega resumo do que são esses 10 conceitos “errôneos” sobre a UX:

User experience não é:
1. user interface design
2. um passo dentro de um processo
3. sobre tecnologia
4. apenas a respeito usabilidade
5. apenas a respeito do usuário
6. cara
7. fácil
8. o papel de uma pessoa ou de um departamento
9. uma única disciplina
10. uma opção

Ficou curioso para ler o resto? Confira aqui: 10 Most Common Misconceptions About User Experience Design

Arrivederci!
:)

Oie!

hoje recebi um artigo muito legal falando da diferença entre o ingles americano e o britanico. E esse é um assunto que eu nunca dei muita bola enquanto estava no Brasil. Claro, queria estudar, pegar fluencia no idioma e tuto mais. Mas nao me encucava muito o fato de estar falando um ou outro… até que cheguei aqui na Italia.

Aqui TODO MUNDO que fala sobre ingles quer abordar o assunto… se voce faz um report no trabalho, tem que pensar qual é o publico, definir qual idioma… achei interessante compartilhar com voces essa experiencia até pra ver se eu é que estava meio fora do eixo ou se tem mais gente ai que tem alguma experiencia parecida.

O link pro artigo é: http://www.useit.com/alertbox/american-british-english.html

Copio aqui para quem ficar com preguiça de clicar e ler no outro site…

Ah, desculpem desde ja pela incoerencia dos acentos: o teclado do trabalho é italiano e so tem alguns acentos que usamos…

Bjss!
:)

There are many differences between American and British English, including:

  • Spelling: color vs. colour, behavior vs. behaviour, theater vs. theatre.
  • Terminology: truck vs. lorry, cart vs. trolley, two weeks vs. a fortnight.
  • Concepts: what is football anyway — American football, soccer, or (for the truly brave) Aussie rules?
  • Slang: do you call this sport “footie”?

So, which version of English should you use on your website? There’s no simple answer, but usability studies do provide two firm insights:

  • Language matters. Users notice when a website uses a different version of English than the one they’re used to.
    • Some users will simply assume that the site is littered with typos, poor spelling, and weird words, all of which reduce credibility a good chunk.
    • Other users will recognize that the site is using a different variant of English. These users won’t think the site is poorly produced; they’ll simply assume it’s foreign and doesn’t apply to them.
  • Be consistent. Pick one language variant and stick to it. Varying the style confuses everyone and signals poor attention to detail.

Aside from this, I can offer only one firm recommendation: If your site is based in a single, English-speaking country and you don’t mind being viewed as a local site from that country, use its language variant. So, a U.S. site should use American English, whereas a U.K. site should use British English. Similarly, sites based in Australia or other Commonwealth countries that predominantly use British English should use that variant.

International Sites

Problems arise in two cases:

  • When your site is based in an English-speaking country, but you want to be seen as an international site.
    • The goal here is to go beyond borders, rather than to simply serve foreign customers. For example, a Las Vegas hotel site won’t offend British tourists if it’s written in American English. Nor will a site selling genuine Scottish tartans lose American customers because it uses British English. Indeed, when you represent local products, using the local language adds verisimilitude to your claims.
    • Canadian sites that mainly target the U.S. should use American English, unless they want to emphasize the fact that they’re foreign. (This can be a selling point, but most American users view it negatively.)
  • Your local language isn’t English, but you need an internationalized version of your site for foreign customers. (Ideally, you should produce a localized version for each country where you have customers, but this isn’t usually feasible; typically, organizations have a single English-language site to serve users from many countries. See my earlier article for internationalization guidelines beyond language.)

With the latter issue, much depends on a site’s context. For example, I came across the following case during my recent seminars in Europe: A Scandinavian university wants to attract foreign students and thus has an English-language version of its website. So, should it use American or British English? The answer depends on both the main target audience and the main competition. If prospective students hail primarily from Europe and the school’s main competition is U.K. universities, the site should be written in British English. If the primary target is American and Asian students, the site should be written in American English. Similarly, if the main competition is American universities, the Scandinavian site should use American English. Why? Because prospective students will search the site using the same terms they’ve seen on other sites, and using the same language variant will enhance SEO (search engine optimization).

Spoken English

The guidelines are clearer for spoken English, as used in video voiceovers, podcasts, and the like:

  • The Queen’s English is posh and universally admired. Use “Received Pronunciation” like the BBC used to do, and people will understand you around the world. But don’t speak upper-class English if you claim to under-sell Wal-Mart.
  • Midwestern or Northeastern American accents are also easily understood by international users and carry less of an upper-crust connotation.
  • U.K. regional dialects, such as Scots, Irish, Welsh, and Northern English are hard for foreigners to understand (and Cockney is impossible). So don’t speak like the BBC does these days :-)
  • Most other accents — such as Texan or Australian — carry strong regional connotations, which can be positive or negative, depending on your brand. Unless they are very strong, these accents are usually not as hard for foreigners to understand as the U.K. regional accents.

Language = Voice

Using American or British English definitely impacts your site’s style. Thus, the decision ultimately comes down to identifying the content style that’s most appropriate for you and your customers. The answer isn’t easy, but the decision must be made; users will notice if your tone is off.

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