Pesquisa etnográfica

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Hello everybody!
:)

I’ve been working a lot (REALLY A LOT!)… but I have a lot of really nice things to share with you!

The first one is that on the last week I participated on a Webinar organised from fhios London about Mobile UX. It was very interesting and later one I’ll put here the file to download and the link to the presentation with audio. I’m just waiting the email from them with the details.

The second one is even more special and nice! :) This week I’ll be presenting in the WIF Italy - DUE.1. It will be on Thursday, in Milan.

I’ll join the conference about Interaction Design and the title of my presentation is

Agile Interaction Design
The interaction among research, IA and usability in the development of the user experience

So if you’re in Italy or if you know anyone that are here and could be interested, you can have all the details here: WIF Italy-DUE.1 (in Italian).

And if you’re not here, you’ll be able to follow the conference in streaming: Digital Video Experience.

That’s all for today!
:)

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Olá pessoal!
:)

Eu tenho trabalhado muito (REALMENTE MUITO)… mas tenho várias coisas legais para contar para vocês!

A primeira é que na semana passada eu participei de um Webinar organizado pela fhios Londres sobre Mobile UX. Foi muito interessante e depois vou colocar aqui o arquivo para download e o link para a apresentação com áudio. Estou só esperando o email deles com os detalhes.

A segunda é ainda mais especial e legal! :) Esta semana eu estarei apresentando na WIF Itália - DUE.1. Será na quinta-feira, em Milão.

Eu vou participar da conferência sobre Interaction Design e o título da minha apresentação é:

Agile Interaction Design
A interação entre pesquisa, arquitetura de informação e usabilidade no desenvolvimento da user experience

Então se você estiver na Itália ou souber de alguém que esta por aqui e poderia se interessar, os detalhes estão aqui: WIF Italy-DUE.1 (em italiano).

E caso você não esteja aqui, poderá acompanhar a conferência por streaming: Digital Video Experience.

Isso é tudo por hoje!
:)

Hi!
:)

Today I realized that the video I’ve uploaded to Youtube wasn’t complete… so I split the full version in three short videos and uploaded again… I hope you’ll like it!

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Oi!
:)

Hoje eu percebi que o vídeo que eu tinha colocado no Youtube não estava completo… então eu dividi a versão completa em três vídeos pequenos e refiz o upload… espero que vocês gostem!

Part 1/3:

Part 2/3:

Part 3/3:

:)

After reading the Russell Wilson’s last post, I started to think about the user experience design and what was my role in this “mission”. What is the user experience design to me? Why do I want to work with this? And so on…

So, I decided to share this reflection with all of you:
What about you? What is user experience design to you? Try to write it down, in 20 words or less, in any language you like… being aware that there is no right or wrong answer.

And here is my shot: “It is about understand people, aiming to improve their lifes starting from the small things.”

P.S.: If you want, you can also post more than one answer, in separate comments, ok?

Thanks and “arrivederci”!
:-)

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Em 20 palavras ou menos, o que é “design da experiência do usuário” para você?

Depois de ler o último post do Russell Wilson, eu comecei a pensar sobre o design da experiência do usuário e qual era o meu papel nesta “missão”. O que é o design da experiência do usuário? Por que eu quero trabalhar com isso? E por aí vai…

Então, decidi compartilhar essa reflexão com vocês:
E pra você, o que é o design da experiência do usuário? Tente escrever, em 20 palavras ou menos, em qualquer língua que você quiser… consciente de que não existem respostas certas ou erradas.

E aqui fica o meu palpite: “Diz respeito a entender as pessoas, com o objetivo de melhorar suas vidas, começando com as pequenas coisas.”

P.S.: Se você quiser, pode escrever mais de uma resposta, em comentários separados, ok?

Obrigada e “arrivederci”!
:-)

Oies!

Voltei das minhas micro férias, descansada psicologicamente, cansada e feliz fisicamente… e pronta para mais projetos! hehehehe…

Eu sempre ouvi falar, li, discuti e defendi aos quatro cantos que conhecer o usuário é mais do que fundamental para o nosso trabalho. E continuo pensando e defendendo este lema mais do que nunca!

Uma das coisas mais gostosas da pesquisa etnográfica (que comecei a falar um pouquinho no post anterior) é que “conhecer o usuário” é mais do que o começo do trabalho… é o trabalho em si! E eu fico muito feliz ver que existem empresas muito grandes no mundo preocupadas em conhecer bem o seu cliente antes de qualquer outro processo de trabalho/pesquisa/desenvolvimento.

Mas como nem todo o jardim é feito de flores, infelizmente esse “interesse” tem o objetivo final de saber como ganhar o cliente, como lucrar. Gostaria muito de ver esse tipo de envolvimento e de investimento de tempo/dinheiro com objetivos puros de conhecer o ser humano (e aqueles com mais dificuldades) para entender como ajudar, como melhorar a vida dessas pessoas.

Como sonhar não custa nada, eu vou ficar sonhando com a oportunidade de trabalhar em um projeto tão importante e grandioso como o que eu trabalhei, mas com fins menos comerciais…!

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Aproveito pra colar aqui o textinho de divulgação do Ebai 2009, enviado pelo Guilhermo:

Começamos a preparar a 3º edição do EBAI e já está aberta a Chamada de Trabalhos

O EBAI esse ano será novamente em São Paulo, possivelmente nos dias 02 e 03 de outubro. Ainda não temos a data definida porque estamos aguardando a definição do local do evento.

Teremos novamente a Jump Education na realização do EBAI e o apoio científico do CEDUS - Centro de Estudos em Design de Sistemas Virtuais Centrados no Usuário da ECA/USP. E como novidade esse ano temos também o apoio científico do capítulo de São Paulo do IxDA - Interaction Design Association.

A Chamada de Trabalhos (Call for Papers) já está aberta. Você pode enviar seu trabalho até 12/07. Veja nas regras no site do congresso ( http://www.congressoebai.org/index.php/EBAI/2009/schedConf/cfp ). Participe!

Você também pode participar como revisor voluntário e ajudar a avaliar os trabalhos recebidos. Basta escolher a opção “Cadastrar como Revisor” ao se cadastrar no site do EBAI (www.congressoebai.org).

:-)

No ano passado eu participei como revisora, foi muito legal e uma maneira de participar mesmo de longe!

Ah, a Carol Leslie também mandou há algum tempo (eu acabei esquecendo de divulgar antes) o link de uma pesquisa sobre o Ebai, participe! Perguntinhas para o próximo Ebai: https://tryconsultoriaepesquisas.wufoo.com/forms/perguntinhas-para-o-praximo-ebai/

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Arrivederci!
:)

Oi, pessoal!

Desculpem o sumiço! E nem foi por causa de Carnaval, que infelizmente aqui em Turim praticamente não existe e na Itália a gente trabalha todos os dias, sem nenhuma folguinha… ai que saudade do Rio de Janeiro! hehehehe
:)

Estive nesses últimos dois meses envolvida em um projeto muito interessante, mas que tomou todas as minhas forças e atenções (não é a toa que vou “comemorar” o encerramento dele tirando 2 diaszinhos de férias pra viajar!). Outro “efeito colateral” deste projeto foi que infelizmente não consegui ir ao SUMMIT Italiano… foi uma pena mesmo, mas já estou em contato com o pessoal que foi e assim que tiver algum material disponível eu coloco aqui também!

Aí…
Gostaria de compartilhar com vocês nos meus próximos posts um pouco do que eu vivi nesses dois meses de trabalho. Como eu falei, foi um projeto MUITO interessante por vários motivos: primeiro porque foi na área da pesquisa etnográfica, algo que eu sempre li, mas nunca tinha tido a oportunidade de participar de um projeto. E digo pra vocês: “UAU!”. Foi algo mágico, sem limites de aprendizado profissional e também pessoal.

Uma coisa é fazer os testes de usabilidade com o usuário dentro de um laboratório, outra completamente diferente é ir até ele, observá-lo, construir uma “relação” de confiança a ponto dele não se importar de contar aspectos muito particulares da sua vida. Ok, ok, ok… sei que o objetivo do teste de usabilidade é um e da pesquisa etnográfica é outro. Mas eu acredito que ter experiência nas duas técnicas nos permite aperfeiçoá-las em suas individualidades.

Devagar eu vou contando um pouco mais, espero que vocês gostem!
:)

Hoje eu pensei em comentar um pouco sobre aquele papelzinho que os usuários assinam antes de um teste de usabilidade ou de alguns dos momentos/técnicas da pesquisa etnográfica. Ele tem vários nomes: consent form (em inglês), liberatória, termo de consentimento, consenso informativo, etc.

Digamos que é a parte “burocrática”, pois legalmente é preciso haver o “OK” do participante. Eu indico fortemente que este termo seja sempre redigido/editado para cada tipo de teste. Ainda que a estrutura não mude muito, é sempre melhor deixá-lo o mais personalizado possível.

A estrutura:

- Recomendo que seja redigido no papel timbrado da empresa que está realizando o teste (ou um documento word com a logomarca da empresa). Isso é importante para fortalecer a credibilidade para o participante, que confirma quem está conduzindo este estudo e demonstra profissionalismo;

- Título visível e de fácil entendimento: aqui vocês podem escolher entre um dos que eu citei acima ou utilizar algum outro. Dentro de uma empresa, entretanto, é aconselhável utilizar sempre o mesmo nome, por uma questão de padrão.

- Uma frase de abertura agradecendo ao participante por ter aceito o convite de participar do estudo em questão.

- Um parágrafo “explicativo”: com os dados da lei que estipula a necessidade deste termo de consentimento e explicando quais serão os usos dos dados recolhidos durante o teste, enfatizando que todos os direitos de privacidade serão respeitados. Esta é a parte mais personalizável, onde você deve citar o uso de gravadores, máquina fotográfica ou filmadora, etc.

- Um parágrafo escrito em 1a. pessoa (como se fosse o participante falando) declarando que ter sido informado sobre os objetivos daquela pesquisa, do seu direito de anonimato e dando o seu consenso para “colheita” dos dados.

- Espaço para o participante escrever seu nome em caixa alta, uma rubrica e a data.

:)

Esse documento é bem simples e deve ser muito fácil de entender e, a não ser em casos muito especiais de pesquisas muito específicas, eu diria que não deve nunca passar de uma página.

Importante: mesmo o texto sendo muito simples e de fácil entendimento é essencial que o pesquisador que está conduzindo o teste explique tudo verbalmente, até mesmo para que seja uma coisa mais leve e com espaço para o participante tirar eventuais dúvidas. Depois de explicar, o pesquisador solicita ao participante que leia o termo/assine.

E vocês? Como funciona isso no dia-a-dia? Se quiserem trocar ideias (ou as antigas idéias hehehe), vou adorar!

Arrivederci
;)

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