AI

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Oie pessoal!
Feliz ano novo atrasado!
:)

Um artigo muito legal da Whitney Hess sobre o que é e o que não é a User Experience… vou deixar o link aqui, mas pra quem estiver correndo, segue um mega resumo do que são esses 10 conceitos “errôneos” sobre a UX:

User experience não é:
1. user interface design
2. um passo dentro de um processo
3. sobre tecnologia
4. apenas a respeito usabilidade
5. apenas a respeito do usuário
6. cara
7. fácil
8. o papel de uma pessoa ou de um departamento
9. uma única disciplina
10. uma opção

Ficou curioso para ler o resto? Confira aqui: 10 Most Common Misconceptions About User Experience Design

Arrivederci!
:)

Oie!

hoje recebi um artigo muito legal falando da diferença entre o ingles americano e o britanico. E esse é um assunto que eu nunca dei muita bola enquanto estava no Brasil. Claro, queria estudar, pegar fluencia no idioma e tuto mais. Mas nao me encucava muito o fato de estar falando um ou outro… até que cheguei aqui na Italia.

Aqui TODO MUNDO que fala sobre ingles quer abordar o assunto… se voce faz um report no trabalho, tem que pensar qual é o publico, definir qual idioma… achei interessante compartilhar com voces essa experiencia até pra ver se eu é que estava meio fora do eixo ou se tem mais gente ai que tem alguma experiencia parecida.

O link pro artigo é: http://www.useit.com/alertbox/american-british-english.html

Copio aqui para quem ficar com preguiça de clicar e ler no outro site…

Ah, desculpem desde ja pela incoerencia dos acentos: o teclado do trabalho é italiano e so tem alguns acentos que usamos…

Bjss!
:)

There are many differences between American and British English, including:

  • Spelling: color vs. colour, behavior vs. behaviour, theater vs. theatre.
  • Terminology: truck vs. lorry, cart vs. trolley, two weeks vs. a fortnight.
  • Concepts: what is football anyway — American football, soccer, or (for the truly brave) Aussie rules?
  • Slang: do you call this sport “footie”?

So, which version of English should you use on your website? There’s no simple answer, but usability studies do provide two firm insights:

  • Language matters. Users notice when a website uses a different version of English than the one they’re used to.
    • Some users will simply assume that the site is littered with typos, poor spelling, and weird words, all of which reduce credibility a good chunk.
    • Other users will recognize that the site is using a different variant of English. These users won’t think the site is poorly produced; they’ll simply assume it’s foreign and doesn’t apply to them.
  • Be consistent. Pick one language variant and stick to it. Varying the style confuses everyone and signals poor attention to detail.

Aside from this, I can offer only one firm recommendation: If your site is based in a single, English-speaking country and you don’t mind being viewed as a local site from that country, use its language variant. So, a U.S. site should use American English, whereas a U.K. site should use British English. Similarly, sites based in Australia or other Commonwealth countries that predominantly use British English should use that variant.

International Sites

Problems arise in two cases:

  • When your site is based in an English-speaking country, but you want to be seen as an international site.
    • The goal here is to go beyond borders, rather than to simply serve foreign customers. For example, a Las Vegas hotel site won’t offend British tourists if it’s written in American English. Nor will a site selling genuine Scottish tartans lose American customers because it uses British English. Indeed, when you represent local products, using the local language adds verisimilitude to your claims.
    • Canadian sites that mainly target the U.S. should use American English, unless they want to emphasize the fact that they’re foreign. (This can be a selling point, but most American users view it negatively.)
  • Your local language isn’t English, but you need an internationalized version of your site for foreign customers. (Ideally, you should produce a localized version for each country where you have customers, but this isn’t usually feasible; typically, organizations have a single English-language site to serve users from many countries. See my earlier article for internationalization guidelines beyond language.)

With the latter issue, much depends on a site’s context. For example, I came across the following case during my recent seminars in Europe: A Scandinavian university wants to attract foreign students and thus has an English-language version of its website. So, should it use American or British English? The answer depends on both the main target audience and the main competition. If prospective students hail primarily from Europe and the school’s main competition is U.K. universities, the site should be written in British English. If the primary target is American and Asian students, the site should be written in American English. Similarly, if the main competition is American universities, the Scandinavian site should use American English. Why? Because prospective students will search the site using the same terms they’ve seen on other sites, and using the same language variant will enhance SEO (search engine optimization).

Spoken English

The guidelines are clearer for spoken English, as used in video voiceovers, podcasts, and the like:

  • The Queen’s English is posh and universally admired. Use “Received Pronunciation” like the BBC used to do, and people will understand you around the world. But don’t speak upper-class English if you claim to under-sell Wal-Mart.
  • Midwestern or Northeastern American accents are also easily understood by international users and carry less of an upper-crust connotation.
  • U.K. regional dialects, such as Scots, Irish, Welsh, and Northern English are hard for foreigners to understand (and Cockney is impossible). So don’t speak like the BBC does these days :-)
  • Most other accents — such as Texan or Australian — carry strong regional connotations, which can be positive or negative, depending on your brand. Unless they are very strong, these accents are usually not as hard for foreigners to understand as the U.K. regional accents.

Language = Voice

Using American or British English definitely impacts your site’s style. Thus, the decision ultimately comes down to identifying the content style that’s most appropriate for you and your customers. The answer isn’t easy, but the decision must be made; users will notice if your tone is off.

Oi, pessoal!

Amanhã (dia 13/11, quinta-feira) acontecerão vários eventos no Brasil em comemoração ao Dia Mundial da Usabilidade.

A galera de norte ao sul do país preparou coisas bem legais… confira os detalhes no WUD.com.br ou em cada uma das cidades:
- Belo Horizonte
- Curitiba
- Manaus
- Porto Alegre
- Recife
- Rio de Janeiro

É muito bom ver que o número de cidades aumenta a cada ano. Me dá um apertinho no coração pensar que no ano passado eu estava participando do evento no Rio e que este ano a minha torcida terá que ser de longe…

MAS…. uma ÓTIMA notícia para mim e para todos os que não poderão acompanhar os eventos pessoalmente: o Fred está mexendo os pauzinhos pra transmitir via web não só o evento de Curitiba, mas também vários outros pelo país… copiando o recadinho dele:

Nesse ano tentaremos uma novidade. Transmitir ao vivo nosso evento em Curitiba e nos conectar com os demais eventos, em outras cidades. A idéia é que seja possível acompanhar o evento mesmo não estão na cidade através do nosso canal no Ustream.tv. Fique de olho, pois no dia 13 de novembro, quinta-feira, haverá transmissão o dia inteiro.

Recado dado, link divulgado: http://www.ustream.tv/channel/dia-mundial-da-usabilidade—brasil
:)

Páginas Amarelas dos blogs!

Quem participa da lista de discussão de AIs (AIfIA-pt) já está por dentro desta lista. Mas resolvi postar aqui também pra divulgar a iniciativa super legal da Luiza Voll, que resolveu agitar o pessoal e divulgar os blogs que tratam do assunto (e não só dele!) que a gente mais gosta de fuçar: a web!
:)

Aos poucos eu adicionei mais alguns que consegui lembrar… Se quiserem adicionar algum outro, é só deixar no comentário! Bjss

- A -


- B -

  • Bernarda Maia - lado.be (português)
  • Bruno Rodrigues - Cebol@ (português)


- C -


- D -


- E -


- F -


- G -


- H -


- I -


- J -


- L -


- M -


- P -


- R -


- S -


- U -

  • Uilton Dutra - Uilton (english)

October 22, 2008 | 4 comments

Oiesss!!!

Gente, eu tô adorando a minha cachaça “italiana”! hehehehe… tô curtindo muito a experiência de trabalhar aqui, conhecer um pouco do mercado europeu, trocar experiencias e aprender um bom bucado. Devagar eu quero postar mais do que tenho feito aqui no blog, mas a maioria dos projetos que eu estou participando ainda não foram ao ar… então por enquanto “num podi”.

Mas uma coisa que eu tenho encontrado muito pelas “esquinas” da web são os tais sites que eu apelidei de site “festa junina”. Com certeza todo mundo já se deparou com algum entre um click e outro. Quer uma dica? Olha essa imagem ai:

 Festa junina - roupa com remendos

Nada ainda? Bom… essa imagem eu peguei na web (infelizmente não consegui achar a fonte que desenvolveu!) e achei muiiito fofa!

Mas o lance dos tais sites “festa junina” está mesmo nas roupas… lembra quando você precisou ir a uma festa junina em cima da hora e não tinha roupa? A solução provavelmente foi pegar alguma roupa velha e encher ela de remendos!

Então… esses sites “festa junina” são aqueles LOTADOS de remendos e, consequentemente, LOTADOS de erros e inconsistências. Exemplos:
- links que não levam a lugar algum (e que algum dia já levaram);
- dois links que “teoricamente” levam para uma mesma seção, mas que na verdade acabam levando para duas páginas completamente diferentes - que falam da mesma coisa (provavelmente uma é mais antiga do que a outra)
- dados a respeito de um único assunto, localizados em vários pontos do site, mas contraditórios entre si (isso acontece principalmente com números, como número de filiais de uma empresa, etc.)
e por ai vai…

E ai, lembrou de algum? Se tiver algum exemplo a mais pra essa listinha, posta aqui!
:P

Aiii… despertei o meu lado “psicóloga” pra tentar entender o motivo dos sites “festa junina”. O principal deles, acredito eu, seja a mais pura e falta de organização. Em outras palavras, a mais pura e falta de… arquitetura de informação. Acho que, entre as 1001 utilidades da nossa querida AI, uma das mais importantes é a de permitir que o desenvolvedor (ou responsável pelo conteúdo, webmaster, sei lá qual é o nome que a empresa em questão resolveu dar para o sujeito) saiba onde estão as coisas (não só o usuário). Assim, é mais fácil atualizá-las!

Além desse “motivão” acho que estão outros fatores - ou outros “motivinhos” associados a ele - como a urgência (de colocar logo algo no ar), o complexo de pedreiro (de colocar “um tijolinho por vez” - mas sem lembrar de colocar uma massinha pra ligar bem os tijolos) e até a megalomania (de pensar que “somos grande demais” para nos preocuparmos em olhar detalhezinhos).

Acreditem… eu já me deparei com todos esses. Só que a parte triste da historia é que, independente do “motivão” e dos seus “motivinhos” associados, o custo no final da brincadeira é muito maior. Tentar encher o site de remendos nunca fica 100%. Por mais bonitinhos e fofos que sejam (como os da foto ai de cima), os remendos serão sempre… remendos!

Cabe a nós, com nossas bandeiras sempre levantadas em prol de uma web mais consistente, que traga felicidade geral para usuários e profissionais… tentarmos colocar isso na cabeça dos clientes!

“Buona fortuna” pra gente!
Arrivederci
:)

(desculpem a provável falta de acentos… estou postando do trabalho com um teclado maluco italiano que não tem nossa acentuação. Ai eu coloco os acentos depois… pode ser que me esqueça de algum!)

P.S.: Em tempo… um “viva” super especial para uma notícia linda que acabei de receber por email. Meu querido e maluco (rsrs) amigo Henrique (Revolução Etc.) vai ser papai! Parabéns!
:)

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